Carcassonne foi pela primeira vez fortificada pelos Romanos no século III, ampliada pelos Visigodos e, posteriormente, transformada na fortaleza meridional da coroa francesa depois de a Cruzada Albigense a ter conquistado aos Trencavel em 1209. No século XVII havia perdido o seu valor estratégico e estava a cair em ruínas.
Na década de 1850, o arquiteto Eugène Viollet-le-Duc reconstruiu os telhados cónicos, as ameias e as muralhas exteriores — pelo que a cité que hoje se vê é em parte do século XIII e em parte a mais célebre restauração medieval do século XIX na Europa. É a razão pela qual o lugar tem exatamente o aspeto que nos contos de fadas se imagina para um castelo.
A própria cité — as ruelas empedradas, a Basilique St-Nazaire, as lojas e restaurantes no interior — pode ser percorrida livremente. O que se paga é a entrada no Château Comtal e o percurso pelas muralhas superiores, geridos pelo serviço francês de monumentos nacionais (CMN). A vista desde as ameias da torre sobre a cidade baixa e a planície de vinhedos é o motivo pelo qual as pessoas visitam.